• Document: PERCEÇÃO DA AUTOEFICÁCIA INDIVIDUAL E COLETIVA DOS DOCENTES: CONTRIBUTO PARA A COMPREENSÃO DAS BOAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DA ENFERMAGEM
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Manuel Carlos Rodrigues Fernandes Chaves PERCEÇÃO DA AUTOEFICÁCIA INDIVIDUAL E COLETIVA DOS DOCENTES: CONTRIBUTO PARA A COMPREENSÃO DAS BOAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DA ENFERMAGEM Tese de Doutoramento em Ciências da Educação, Especialização em Psicologia da Educação, orientada pela Professora Doutora Maria do Rosário Moura Pinheiro e pelo Professor Doutor Leandro da Silva Almeida e apresentada à Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra Agosto de 2017 Manuel Carlos Rodrigues Fernandes Chaves PERCEÇÃO DA AUTOEFICÁCIA INDIVIDUAL E COLETIVA DOS DOCENTES: CONTRIBUTO PARA A COMPREENSÃO DAS BOAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DA ENFERMAGEM Tese de Doutoramento em Ciências da Educação, Especialização em Psicologia da Educação, orientada pela Professora Doutora Maria do Rosário Moura Pinheiro e pelo Professor Doutor Leandro da Silva Almeida e apresentada à Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra Agosto de 2017 Agradecimentos A elaboração de uma tese de doutoramento constitui-se num dos desafios mais importantes da vida académica. Apesar de ser um trabalho individual, este desenvolve-se através de um conjunto de pessoas as quais merecem ficar ligadas ao desenvolvimento deste projeto. Estas primeiras páginas são para dedicar a todas e a todos aqueles que me aconselharam, desafiaram, apoiaram e reforçaram ao longo de um processo longo de conquista, de avanços rápidos e estagnação, de esperança e desesperanças. À Professora Doutora Maria do Rosário Pinheiro, orientadora científica deste projeto, agradeço os desafios, os conselhos, a visão, o rigor e a forma sábia, generosa, paciente e superior como me transmitiu o seu saber. As suas palavras e frases lapidares ditas sempre no momento certo, ecoam permanentemente. Sou eternamente devedor, e estou certo de que o que me ensinou estará sempre na origem de tudo quanto de melhor perspetivarei realizar. Orientadora uma vez, orientadora para sempre. Ao Professor Leandro da Silva Almeida, referência nacional e internacional na investigação em educação, agradeço a orientação e apoio incondicional. Os seus contributos foram, ao longos destes últimos anos, uma verdadeira e importante fonte de autoeficácia. À Dr. Florbela Vitória pelo seu apoio imprescindível, pensamento racional e pragmático que complementou o nosso. Aos colegas e amigos da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra que, de forma desinteressada me agitaram e apoiaram com amizade ao longo deste percurso, desejando tanto como eu, o êxito deste trabalho. Agradeço profundamente a colaboração imprescindível dos professores de enfermagem que participaram neste estudo e o incentivaram, respondendo, de forma pronta e interessada, ao exigente protocolo de investigação. À minha família pelo apoio constante e entendimento dos motivos da minha ausência prolongada. III MANUEL CHAVES Resumo Palavras-chave: Ensino Superior, Autoeficácia, Competências Docentes, Boas Práticas, Ensino de Enfermagem Nas últimas duas décadas a expansão notável de ideias, políticas e práticas educativas e formativas no ensino superior geraram o que Zabalza (2011) designou de nova arquitetura académica (organização e estrutura dos cursos) e exigiram uma renovação da cultura académica (forma de pensar o ensino, a aprendizagem e o desempenho docente), desafiando, de forma inevitável, transformações didático- pedagógicas necessárias para fazer face à complexidade da organização e gestão do ensino superior, assim como à diversidade das suas ofertas formativas, dos seus públicos e contextos nacionais e internacionais de existência. Neste âmbito, as investigações sucederam-se destacando o papel do docente como um fator-chave para um sistema educativo eficaz que promova a qualidade do ensino e da aprendizagem. Neste sentido, é de esperar que a perceção de autoeficácia dos docentes, como juízo individual e coletivo acerca da capacidade do professor para utilizar competências pedagógicas para ensinar sob circunstâncias previsíveis, imprevisíveis e variadas, seja uma importante condição para o desenvolvimento das boas práticas docentes e com implicações nas aprendizagens dos estudantes. Tendo como suporte a teoria social cognitiva de Albert Bandura (1997) e os princípios e boas práticas docentes postulados por Chickering e Gamson (1987) destinados a desafiar os docentes do ensino

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